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01
Dez16

Lisboa a Badajoz de bicicleta - etapa 04 - Avis a Vila Fernando

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A 4ª etapa: mais mais uma etapa com dose extra. Tínhamos idealizado uma etapa apenas entre Avis e Estremoz, mas o andamento estava tão bom que fizemos mais um extra depois da paragem de almoço. Após repor as forças em Estremoz e já com 52 km feitos de manhã, decidimos esticar até uma localidade mais adiante, que acabou por ser Vila Fernando. O dia terminou então com quase 91 km no total. Tínhamos esta facilidade de mudar as etapas consoante o nosso andamento e forma graças ao carro de apoio. Foi mais um dia onde ficamos deslumbrados com a beleza do jardim natural em que se transforma o Alentejo na primavera. Na localidade de Ervedal, fizemos um pequenos desvio para conhecer a ponte local, que parece uma irmã gémea da ponte 25 de abril em ponto pequeno.

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Os trilhos estavam com alguma lama da chuva que caiu durante a noite.

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Paisagens que poderiam servir de inspiração para os maiores pintores impressionistas da história.

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Um enorme rebanho no meio do montado alentejano.

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Passagem pelo centro da localidade de Ervedal.

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Fizemos um pequeno desvio para conhecer a ponte de Ervedal, que parece uma réplica em miniatura da ponte 25 de abril em Lisboa.

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O tabuleiro permite apenas a passagem de um carro.

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O piso é de metal e o chão permite ver a água por baixo.

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A cegonha a observar com curiosidade quem ia passando.

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Voltamos a atravessar o Ervedal para seguir caminho.

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E voltamos aos trilhos de terra.

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Travessia dos passadiços metálicos que impedem a passagem do gado. Passamos em duas zonas onde o gado andava à solta e tivemos muito respeito e cautela ao passar por animais imponentes de centenas de quilos.

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Entrada no concelho de Sousel.

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Na chegada a Sousel, a passagem debaixo da linha de comboio desativada.

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Portal imponente à saída de Sousel. A passagem foi muito rápida e nem parámos para conhecer a localidade, pois implicaria arrefecer e dificuldades acrescidas para retomar o caminho.

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Grande par de cornos.

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A beleza do Alentejo.

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Deitada nas flores.

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Campos cobertos de rolos de palha.

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Uma curiosa paragem de autocarro que abriga caixas de correio.

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Mais um local lindíssimo.

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No antigo ramal de ligação até Estremoz.

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Junto ao ramal.

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A entrada em Estremoz faz-se por uma ciclovia que devia coincidir com o traçado da antiga linha de comboio.

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Chegada à antiga estação de caminhos de ferro.

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Na praça do Rossio de Estremoz.

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Lago do Gadanho - Estremoz

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Cerca de 52 km até ao almoço.

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Depois de repor energias, continuamos caminho saindo de Estremoz por uma das portas da muralha.

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Junto a um portão de uma propriedade alentejana, encontramos este desenho pouco comum. De certeza que quem mora ali gosta de bicicletas.

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Paisagem com vinhas.

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O trilho quase desaparece no meio da vegetação.

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Estradões bem rolantes.

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Entrada no concelho de Monforte.

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Depois da localidade de Santo Aleixo, segue-se pela EN 372.

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Chegada a Vila Fernando, o final da etapa.

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Uma curiosidade que encontramos em Vila Fernando.

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No final da etapa, chegamos quase aos 91 km nesse dia.

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Tempo a pedalar.

19
Nov16

Lisboa a Badajoz de bicicleta - etapa 03 - Mora a Avis

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Esta etapa foi marcada por um contratempo mecânico numa das bicicletas, o que nos obrigou a perder a manhã toda numa loja de bicicletas em Coruche. Assim, apenas pedalamos depois do almoço. Voltamos de carro até Mora e retomamos a etapa no local onde tínhamos terminado na véspera. Aproveitamos a ciclovia que nos leva do centro de Mora em direção ao Fluviário. Ainda apanhamos uma parte do troço da antiga linha ferroviária que ligava Mora, Arraiolos e Évora. Nesse local, fomos bafejados pela sorte de ver um veado a pastar calmamente em plena ecopista. Quando deu conta da nossa presença, olhou-nos ao longe, avaliou o potencial de ameaça e fugiu para nunca mais o vermos.

Para chegarmos à zona do Fluviário de Mora, atravessamos pela parede da barragem do Açude do Gameiro e entramos então numa das zonas mais bonitas do percurso. Circulamos por um passadiço de madeira muito agradável junto ao rio. A chuva voltaria a surpreender-nos, obrigando-nos a procurar abrigo debaixo de uma árvores. Passado o aguaceiro, seguimos com algum frio até Avis, onde tivemos de acabar a etapa com a rampa de subida até ao portão do castelo.

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Ciclovia à saída de Mora.

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O trilho da antiga linha do ramal Mora - Évora.

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Eis que no meio do caminho nos apareceu um veado. Na foto, apenas se consegue ver o vulto.

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Um aqueduto em direção à zona da barragem.

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Passagem sobre a parede da barragem do açude do Gameiro. Não chegamos a ir ao Fluviário de Mora, que era um atração que já tinha visitado.

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O início do "Percurso da natureza" sobre os passadiços de madeira.

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Deixo várias fotos dessa parte do percurso.

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Os passadiços terminam num agradável single track.

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 Continuando junto ao espelho de água.

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Pedalar junto à água.

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Passagem pela localidade de Cabeção. Alguns idosos pelas ruelas da aldeia... nenhuma criança na escola.

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As árvores morrem de pé.

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O corte para a localidade de Camões. Para além de nome de escritor é também nome de localidade.

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Travessia da Ribeira da Seda. Nota: em caso de chuvadas, esta passagem pode ficar alagada (informação dada por um pessoa da zona).

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Avis já aparecia nas indicações.

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Uma vara de porcos pretos no meio do montado alentejano.

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Um forte aguaceiro obrigou-nos a procurar abrigo, mas tão depressa chegou como se foi embora.

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Reta e mais retas.

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Uma ilusão de um túnel de vegetação.

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Finalmente, Avis à vista.

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Cada vez mais próximo.

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Seguimos pela ciclovia construída no meio do passeio.

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Chegada ao alto do castelo.

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O total do dia: um pouco mais de 48 km feitos apenas da parte da tarde.

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Tempo de pedalada