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daraopedal.pt

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21
Set06

Uma pausa e uma novidade

daraopedal

Por motivos profissionais, o Daraopedal " vai sofrer uma pequena pausa. Espero que seja curta e que possa voltar depressa a postar aqui os meus percursos. Além disso, é muito provável que os próximos percursos sejam de uma zona do país completamente diferente... Mas isso digo depois...

A novidade é que andei a dar uns toques no CorelDraw para tentar fazer um logotipo para o daraopedal ". Esta é a minha proposta inicial. ainda hei de tentar outra coisa diferente, mas para já vai ficar este.

Podem comentar e dar sugestões

Boas pedaladas

Daraopedal

21
Set06

De Arouca (Stº António) até ao S. domingos de Castelo de Paiva

daraopedal
Relato Stº António – S. Domingos 2006/09/02
 
Este percurso liga o lugar de Stº António em Arouca, onde encontramos o memorial da Rainha Santa Mafalda ao Santuário de S. Domingos da Serra (que alguém teimosamente :-) insiste em chamar S. Domingos da queimada) em Castelo de Paiva. É um percurso que, apesar da distância (cerca de 24 km para cada lado) é bastante acessível. A parte ascendente inicial do percurso tem uma inclinação gradual e fácil de vencer. O percurso inicia-se então junto ao memorial da rainha Santa Mafalda

e segue pela EN 224, pela freguesia de Stª Eulália, passando diante do Centro Cultural e Recreativo.

A estrada é agradável, rodeada de vegetação e está, por isso, resguardada do sol.

Essa estrada tem também a particularidade de ser conhecida pelas suas curvas (que supostamente serão 365) que propiciam enjoos mais do que certos para quem vai de carro. Felizmente para andar de bicicleta é ideal. Encontra-se junto à estrada uma antiga casa dos cantoneiros da extinta J.A.E.

antes de chegar ao lugar de Ribeiro Grande

e de Monte Moção. Depois da ponte

a estrada começa a subir um pouco mais até chegar uns quilómetros mais acima às alminhas do Arreçaio,

zona à partir da qual é sempre plana. Pouco metros depois surge um corte à esquerda para S. Mamede, no entanto deve-se continuar sempre pela mesma estrada e passar pela segunda casa de cantoneiros.
Mais à frente, do lado direito surge uma pequena fonte

onde é possível refrescar-se. O percurso começa então a descer ligeiramente até que se chega a umas placas que assinalam a mudança de conselho.
Um corte à direita, depois de uma recta extensa, indica “Seixo” no entanto, o caminho é sempre em frente

e passa pela terceira e última casa de cantoneiros.

Pelo caminho surge um sinal de outros tempos onde se avisa para os perigos do sono ao volante

(ou será que não é isso?) :-) e pouco mais à frente, no cruzamento, começam a surgir as placas de S. Domingos.

Deve-se então virar à esquerda e passar pelo entroncamento do Gilde e Gildinho (sem virar para essa direcção)

para uma estrada com um piso relativamente desagradável. Bastante mais à frente surge um cruzamento com nova indicação de S. domingos,

junto a uma capela de um branco imaculado,

e a partir daí, o piso é excelente. Mais adiante uma nova rotunda,

onde surgem novas placas a indicar S. Domingos à esquerda. Chegados a Serradelo, o fim está perto.

Voltam a surgir mais indicações

até chegar a uma subida com duas pedras enormes de cada lado (tipo portão)

que indicam o início da subida até ao alto do monte.

Esses 1.300 metros são bem puxadinhos se fizerem isso com pressa, mas – anotem a dica – pensem no quanto vai ser divertido descer isso tudo. Foi o que eu fiz e dei 73.6km/h. Xsspectaaaculo! ;-) O santuário tem muitas árvores e é muito agradável, contudo as amigas de duas rodas são mal toleradas.

Enfim… de lamentar.
A capela é simples

mas tem a particularidade de possuir um campanário metálico (último grito)

que tocam os “Avé Marias” que nem uma orquestra :-). O melhor mesmo é a vista sobre o Douro e sobre o grande Porto.

Em dias limpos (como foi o caso aquando dessas fotos) era possível ver a torre da RTP Porto, no monte da Virgem, o estádio do Dragão e a torre das Antas bem como a torre da câmara municipal da Maia.

Fantástico mesmo! Depois de gozar a vista e um pouco de repouso, o caminho de regresso foi exactamente o mesmo, mas (lembram-se!?) ainda deu para emoções fortes naquela famosa subida, que agora se transformara numa descida :-D
 
Uma nota pessoal para a menina que se estreou nas quedas: Um espectáculo!  Pena não ter tirado foto! De qualquer forma, consigo ainda ver o filme da queda na minha cabeça! Felizmente não foi nada. Espero que sirva de preparação e treino para a nossa viagem  

Boas pedaladas

Daraopedal

18
Set06

Voltinha do fim-de-semana

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Este fim-de-semana foi assim.

Uma volta demasiado tortuosa e complicada em caminhos secundários para a descrever ao pormenor. No entanto ficam algumas fotos para ilustrar o percurso.

Passei pelas margens do rio "Arda"

de onde é possível ter esta vista da Serra da Freita.

Depois subi até ao alto da capela de S. André.

Essa capela é bastante pitoresca, pois encontra-se em pleno monte, rodeada de uma vegetação densa e o acesso é feito por caminhos florestais bastante tortuosos. 

É um local ermo e agradável, com uma vista espectacular sobre a encosta norte da Serra da Freita.

O caminho depois da capela é 5 estrelas: sempre a descer e depressa num terreno com vegetação, raízes e curvas qb. Super divertido!

Boas pedaladas

Daraopedal

02
Set06

Passeio à beira Ria

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A Ria de Aveiro acompanha, ao longo de 45 km, a orla costeira da beira litoral, desde Ovar estendendo-se até Mira. É um local de água calmas e de grande diversidade natural, quer ao nível da fauna como da flora, onde é possível observar a silhueta dos barcos moliceiros.
É um zona totalmente plana, por isso, ideal para fazer um passeio de bicicleta extenso, sem muito esforço físico.
Ficou combinado o ponto de encontro, perto da saída da A29 em Ovar Norte, antes da Zona industrial, junto a uma rotunda com umas cabeças de pedra (ou umas pedras que formam umas cabeças, como preferirem).

Junto a essa mesma rotunda começa uma ciclovia que vai até à praia do Furadouro.

É particularmente agradável pedalar nessa zona, onde cruzamos um pinhal bastante extenso (onde ficam a pousada da juventude e um campo de tiro). Pouco depois do campo de tiro surge um corte à direita em direcção ao Furadouro, no entanto continuamos pela ciclovia até chegar à rotunda Ovar – Torreira – Furadouro.

À esquerda fica o centro de Ovar, à direita fica a praia do Furadouro, em frente é a direcção da Torreira e S. Jacinto. À esquerda e à direita existem ciclovias, por isso, decidimos aproveitar a ciclovia e ir até ao furadouro.

Afinal o tempo é de férias e as praias estão cheias de pessoas entregues ao “dolce far niente” (é assim que se escreve?).

Curioso foi observar a quantidade de bicicletas que estavam na “promenade” junto à praia.

Nesta zona, a bicicleta é muito utilizada como meio de transporte, e não apenas para praticar desporto. A verdade é que as infra-estruturas existentes (leia-se ciclovias), facilitam e favorecem a sua utilização. Um exemplo a seguir por muito outras localidades.
Depois de um refrescante gelado, voltámos pelo mesmo caminho, até à rotunda onde tínhamos virado para o Furadouro, desta vez apanhámos a direcção da Torreira.
A partir daqui não há que enganar, é sempre em frente, pedalando com a ria como companhia do lado esquerdo e o mar escondido, fora de vista, algures à nossa direita. A paisagem na margem da Ria vai variando: marinas,

restaurantes / áreas de lazer,

ou simplesmente campos

onde podemos frequentemente encontrar pescadores a gozarem a calmaria das águas e famílias tipicamente portuguesas, a merendarem.
Passei pela ponte que dá acesso a Estarreja

e depois por uma rotunda muito curiosa.

A chegada à Torreira não foi muito demorada,

e a partir de lá voltámos a encontrar uma ciclovia que nos levou até à praia.

A praia é muito boa.

Não tinha muito gente e o areal era bastante extenso.

Para recuperar forças, e apreciar a paisagem, houve tempo para um copinho numa esplanada, antes de regressar pelo meio da localidade.

Três betetistas a regressar a Ovar.

O regresso foi um pouco mais puxado do que a ida porque o vento estava contra nós e dificultava-nos a progressão.

Mesmo assim o ritmo foi bastante acelerado, mas ainda deu para tirar umas fotos junto a um belo moliceiro.

Total 41.80 km em 2h e 13m a uma média de 18.4 km/h

Boas pedaladas
Daraopedal
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