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daraopedal.pt

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16
Abr09

Via Algarviana - Rescaldo 2ª etapa

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A 2ª etapa ligava Vaqueiros a Salir com uma distância prevista de 60 km.

A alvorada foi cedo, acordar por volta das 7 da manhã para arrumar as coisas cedo para as carregar na carrinha da Megasport que nunca falhou ao longo da semana.

O pessoal a preparar-se para pedalar de Ferrarias até Vaqueiros onde estava o pequeno-almoço. Acabámos por ficar um bocado prejudicados por ter ficado na casa de Ferrarias pois era uma distância com a qual não estava a contar, mas tudo correu bem.

A foto da praxe frente à Igreja de Vaqueiros

Esta segunda etapa caracterizou-se por ser sempre aos altos e baixos. Era tida como a 2ª mais difícil, mas também proporcionou belas paisagens como a de cima.

Chegada a Cachopo.

Nas ruelas da vila, junto à Igreja onde se fez mais uma paragens estratégica (leia-se para comer uma bucha!)

Depois de sair da aldeia, apanhámos uma parte inicial a subir, mas essa levou-nos a uma descida brutal, até a uma zona junto a esta casa que mais parecia um castelo. O problema das descidas é que nos levam a lugares de onde só podemos sair com uma subida. E nesta parque do percurso isso foi constante. Passámos por algumas aldeias e perguntávamos por um lugar onde comprar comida e bebida. A resposta era quase sempre a mesma: não havia!

Já estava partido, mas ainda houve forças para a foto! Em Parizes (os franceses podem ter uma "Paris", mas nós temos várias - Parizes - :-D), sempre encontrámos um pequeno café onde já estava malta parada. Também voltámos a ter rede de telemóvel, o que é um facto assinalável, visto que em grande parte do percurso não há nada disso.

Seguimos o nosso percurso alternando entre descida valentes (feitas em poucos minutos) e subidas potentes (feitas em looongos minutos e à mão). O percurso é muito duro até chegar a Barranco do Velho.

Logo depois de ter passado pelo Parque temático da Serra do Caldeirão, uma zona muito bonita com um moinho reconstruído, um eira, casa do forno, casa do alambique e casa da cortiça.

Chegada às proximidades de Barranco do Velho - o Centro Comunitário de Nossa Senhora da Conceição.

Nesta antiga casa da JAE restaurada, a placa com os quilómetros marcava 70 km de Alcoutim e 23 de Cachopo.

Em Barranco do Velho perguntámos a uma senhora onde podíamos encontrar um café onde comer. Perguntou se tínhamos fome e trouxe-nos logo 3 laranjas para cada um. Um espectáculo! Seguimos pela estrada EN2 até ao Restaurante da Tia Bia, onde encontrámos esta parede pintada em "trompe l'oeil"...

... e um bom petisco de vitela para a malta forrar o estômago e animar o moral.

Seguimos pela EN2, passando junto da Ermida de Barranco do Velho.

Pouco depois da ermida, voltámos aos trilhos. Esta zona é muito boa para pedalar e proporciona paisagens deslumbrantes.

Um moinho no alto da serra. Um pouco depois apanhámos uma descida fantástica (a melhor de todo o percurso) com um pouco mais de 2 km. Havia malta a pensar ir para Salir por estrada, mas que acabaram por vir pelo trilhos. Digo-vos que não ficaram nada arrependidos!

A chegada a Salir fez-se por vários single-tracks entre matos e campos. Muito bom! Chegámos tranquilamente à aldeia onde ficamos alojados na Escola Básica.

Um alojamento de luxo com os colchões das aulas de Educação Física. Aqui água quente para os banhos!

Os número:

63,99 km percorridos

Velocidade média 10,10 km/h

2255 m de subidas acumuladas

6h20m a pedalar

Clica na imagem para a 3ª etapa.

16
Abr09

Via Algarviana - Rescaldo 3ª etapa

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A 3ª etapa ligava Salir a Silves com uma distância prevista de 63 km.

Novamente o despertar foi cedo e pouco depois das 8h30 a malta já estava a pedalar. Percorremos uns pequenos trilhos por caminhos rurais em terra ou em cimento até perto da aldeia da Pena.

Aí seguimos para Sul até subir um monte que percorremos ao longo do seu cume em direcção a Benafim, sempre com a Serra da Rocha da Pena a Norte.

Passagem junto à Igreja de Benafim. Já conhecia o percurso entre Benafim e Alte por tê-lo percorrido numa caminhada nocturna com a Almargem.

A chegada à Fonte Grande em Alte, um local muito bonito e muito concorrido no verão pelos locais.

Pouco depois de passar pela aldeia de Torre tivemos direito a esta autêntica cúpula de vegetação. Quero ver como é que isto vai ficar se ninguém fizer a manutenção ao caminho. Neste local, o trilho tornou-se confuso com o GPS a apontar para um lado e as marcações para outro, até que desapareceram. Andámos um pouco à nora e decidimos improvisar e seguir a direcção do trilho com o GPS. Voltámos mais adiante a reencontrar o trilho certo, no entanto fica a chamada de atenção para a confusão existente neste local. Pelo que percebi depois em conversas, muita gente andou perdida neste local.

Continuamos em direcção a S. Bartolomeu de Messines e acabámos por avistar a auto-estrada A2. Ainda demoraríamos um pouco a passá-la porque o trilho segue para Sul e posteriormente em paralelo à mesma.

Viríamos a passar por baixo dela e depois debaixo do IC1.

Depois de passar o IC1, seguiu-se uma subida por uma calçada (romana?) bem durinha para as dores no rabo. No entanto, o cenário era bonito com uma plantação de abacates ao lado. Chegámos a São Bartolomeu de Messines passando junto à linha de comboio.

Foto junto À Igreja de S. Bartolomeu de Messines. Foi o 1º dia onde tivemos oportunidade de almoçar a sério. Fomos a um café perto da Igreja e tivemos direito a um strogonoff (o única prato que se liga e desliga) de frango com esparguete que soube pela vida! De barriga cheia, lá voltámos às mulas!

Depois de passar o centro de Messines, o percurso segue durante vários quilómetros pelas margens da Barragem do Funcho. É uma zona fantástica para pedalar onde nos podemos deliciar com a vista para a albufeira e para os vestígios das habitações submersas pela água. Acabámos por passar mesmo em cima do paredão da barragem (na foto).

E depois nova foto mais abaixo com o paredão em fundo. Nesta altura estávamos no fundo de um vale e para sair de lá apanhámos mais uma subida daquelas que não tem fim. ainda deu para parar à sombra para comer umas laranjinhas. Acabámos por ser apanhados pelo grupo de Lisboa e Gafanha da Nazaré e por causa da roupinha amarela de um deles tivemos de pedalar para fugir de uns abelhões! Nesta altura já não havia forças para fugir, mas que pedalámos depressa, lá isso pedalámos.

Depois foi uma série de subidas e descidas por uma zona de bosques de eucaliptos em direcção a Silves, que acabámos por alcançar ao final da tarde. Antes de chegar à estrada, o track enviava para um lado e as marcas para o outro. Acabei por seguir o track e isso valeu-nos evitar umas zonas nada propícias para o BTT.

Depois de lavar as bikes e tomar banho, a malta encaminhou-se pacificamente para as margens do Arade e da ponte romana para ir para o restaurante. No final da etapa, verificou-se que o colega de Lx tinha partido o quadro da Mérida (deve ter sido por ter andado a fugir do abelhão). Teve de contactar a Megasport para alugar uma bicicleta (de menor qualidade que a dele) para seguir viagem.

Já no restaurante Ponte Romana a malta estava a animada e com fome! Até o bebé que estava na foto e que veio ter com o pai para lhe dar forças!

Clica na imagem para a 4ª etapa.

16
Abr09

Via Algarviana - Rescaldo 4ª etapa

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4ª etapa - de Silves a Monchique. A etapa com menos quilómetros (supostamente 46 km) mais considerada a mais difícil pelas subidas acumuladas até à serra de Monchique.

O despertar da malta junto ao quartel dos Bombeiros de Silves após o pequeno-almoço no bar do mesmo.

O percurso voltou para a parte norte da cidade, para iniciar as subidas e descidas nos montes dos arredores. Ao longe era possível avistar Portimão e Lagos, com Sagres tão perto...

O percurso foi essencialmente ao longo de estradões e caminhos de terra sem dificuldades técnicas a não ser uma zona onde encontrámos uma série de árvores que tinham sido cortada de forma a tombar para o trilhos. Aparentemente o proprietário dos terrenos terá tomado esta atitude para nos impedir de passar por lá, mas, que eu saiba, a Via Algarviana passa por caminhos públicos. Com maior ou menor dificuldade, lá seguimos o nosso caminho.

E o caminho era para Monchique, sempre para cima!

Passagem pela ribeira de Odelouca, onde se notam as obras relacionadas com a construção da barragem mais a jusante. Daqui a uns tempos a paisagem será certamente diferente e esta foto servirá de testemunho de como era "antes". Ainda deu para molhar o pezinho ao atravessar.

Depois... bem, depois começou o suplício. Sempre a subir, primeiro por caminhos de terra e depois por estrada (com gravilha) em direcção à Picota, o 2º ponto mais alto da Serra de Monchique. Esta etapa foi má para mim pois fui muito abaixo ao nível moral. As dores no rabo desmotivavam qualquer tentativa para saltar para cima do selim. E, mesmo quando dava perfeitamente para pedalar, recusava-me a saltar para cima da bicicleta e fiz praticamente tudo à mão até à Picota.

Claro que fui ficando para trás. Deu para apreciar as vistas e a paisagem da serra que me lembra a minha terra natal e a Serra da Freita. Curiosamente fazer o percurso a pé não me custou muito, pois estava bem das pernas. As dores eram todas no rabo!

Acabei por alcançar um grupo na chegada ao alto da Picota a 774 metros de altitude. O terreno nesta zona é impraticável e é preciso levar a bicicleta às costas. Obviamente este é um troço apenas para caminheiros.

As vistas é que são fantásticas e valem bem os tormentos passados para alcançar o topo. Deve ser isto que o joão Garcia pensa quando escala uma qualquer montanha do planeta.

Na descida da zona do marco geodésico com a vista do percurso que nos esperava: a descida à vila de Monchique e a subida à serra até próximo da Fóia.

A descida até Monchique foi espectacular e deu para animar um pouco com um single-track fantástico (mas perigoso) numa zona de sobreiral intensa. Soube depois que ainda houve algumas quedas num rego traiçoeiro que atravessava o caminho.

Chegada à praça central de Monchique onde se fez uma paragem estratégica para comer qualquer coisa.

Subida pelas ruelas típicas da vila.

A vista para a vila de Monchique e para o alto da Picota onde tanto me tinha custado chegar.

A passagem junto às ruínas do Convento de Nossa Senhora do Desterro. O local é muito bonito por estar numa zona com muito sobreiros, no entanto o estado de conservação do convento é lamentável: as ruínas são utilizadas como currais e galinheiros por habitantes locais. É uma pena um monumento referenciado nos cartazes turísticos da zona estar assim.

Continuei a minha aventura de levar a bicicleta serra acima a pé e passei junto a esta pista de Downhill existente na zona.

Depois de muito penar, lá cheguei ao alto da serra de Monchique. O percurso não passa mesmo junto à Fóia, e fica-se pela encosta norte da serra. Quanto a mim é uma pena porque as vistas do outro lado são fantásticas.

Chegámos às zona das "portinhas", um sistema que delimita uma área da serra que serve não sei bem para quê. Na foto, a última mulher resistente nesta aventura.

A vista era esta, para a pequena barragem existente na serra. Voltaríamos a passar por mais uma porta para sair da zona cercada.

Andámos a seguir o percurso que dá umas voltas pela serra e proporciona a passagem junto aos campos de socalcos da vertente norte da serra. Uma zona muito bonita sem dúvida.

Depois, a descida em direcção a Marmelete onde iríamos pernoitar. Ainda deu para passar por umas vaquinhas, mas estas não eram como as da Serra da Freita. Ao longe, no horizonte, ficava Sagres.

A vista para o Autódromo Internacional do Algarve.

A descida foi muito boa, mas... uma subida? Mais uma!? Não tinha visto esta na previsão do gráfico de altimetria.

Finalmente a chegada a Marmelete.

Alguns dos aviões que participaram nesta aventura alinhados frente à casa do povo de Marmelete onde a malta ficou alojada. Os banhos foram nos balneários do polidesportivo junto à escola primária: água quente à descrição! Que bom!

O jantar neste dia estava marcado para a Tasca do Petrol a... 5km de onde estávamos! Muita gente cortou-se e foi ao restaurante ao lado da casa do povo. Como me tinha dito se comia bem na Tasca do Petrol lá fui fazer mais 5 km para cada lado. Para lá a malta foi sempre a abrir e consegui acompanhar, para cá, de barriga bem cheia, vim nas calmas. O jantar foi muito bom e o ambiente espectacular. No regresso a Marmelete, a chuva deu sinais de estar para chegar.

Os números:

50.18 km (sem contar os 10 km da ida e vinda do restaurante)

6h13m a pedalar (quer dizer...a caminhar com ela ao lado!)

8,06 km/h de velocidade média

Subidas acumuladas: já não me lembro mas era muuuito (2000 e tal metros)

Clica na imagem acima para a 5ª e última etapa.

16
Abr09

Via Algarviana - Rescaldo 5ª e última etapa

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Finalmente a última etapa! De Marmelete até ao Cabo S. Vicente e Sagres! 78 km ao menu!

Não é que não estivesse a gostar, mas fisicamente estava a ser bem durinho e o que eu queria era mesmo chegar ao fim.

O pessoal a arrumar as tralhas da casa do povo de Marmelete. Hoje a partida foi mais tranquila, pois apesar de ser a etapa mais longa, sabíamos que era muito rolante. No entanto o dia amanheceu molhado. Pelos vistos tinha chovido a noite toda, ainda houve pessoal a chegar às 3 da manhã depois de uma visita ao medronho. Eu, nada ouvi!

O pequeno-almoço num café de Marmelete. Hoje ninguém estava com pressa em partir. Não sei se foi por ser o último dia, se foi pela chuva ou por simples preguiça.

A vista de Marmelete com o ambiente húmido do último dia.

Uma estranha escultura na descida a caminho da Barragem de Odiáxere.

O lema do dia foi "Todos juntos!" e a malta dos picanços que andava sempre a chegar 3 a 4 horas antes de mim ao final andou hoje com mais calma. Aqui uma paragem para tirar os impermeáveis quando o dia começou a melhorar.

A vista para a Barragem da Bravura (de Odiáxere).

O grupo foi pedalando com mais calma, mas mesmo assim era muito rápido para eu poder parar à minha vontade para tirar umas fotos.

A passagem junto à Igreja de Bensafrim, um pequena localidade a Norte de Lagos pela qual passámos.

Depois de passar Barão de S. João, metemo-nos pela Mata Nacional acima e só parámos o topo.

Perto deste local da foto, deu para ver a força e teimosia de um colega betetista de 51 anos que tentou 3 ou 4 vezes passar pedalando onde toda a gente tinha passado à mão! Teimoso o homem :-D mas acabou por se render às evidências: ali o terreno era mais forte! Mas a verdade é uma: quem me dera ter agora a pedalada que ele tem. Se aos 51 anos tiver metade da pedalada que ele tem, já me dou por feliz.

Um pouco mais à frente, ultrapassámos o pessoal que estava a fazer a Via Algarviana a cavalo.


Perto das 13h já faltavam pouco mais de 20 km para chegar ao final. Já tínhamos 50 e tal quilómetros nas pernas, mais do que no dia anterior. Hoje sentia-me bem e não me doía o rabo. Acabámos por parar na aldeia da Raposeira, antes de Vila do Bispo para ir às bifanas.

Junto à esplanada do café, um hotel para a passarada!

Continuando o percurso em direcção a Vila do Bispo. A zona entre Vila do Bispo e a zona do Vale Santos é sempre muito penosa, não pelo terreno, mas pelo vento constante que torna o acto de pedalar muito desagradável. O zumbido nos ouvidos, o esforço extra para pedalar contra o vento... Tudo isto tornou esta parte um bocado penosa.

Finalmente, no horizonte, o farol do cabo de S. Vicente! O fim da aventura estava à vista!

Antes de chegar ao farol, alguns insistiram para a foto da praxe! O que eu queria mesmo era chegar ao fim!

Finalmente a chegada ao Farol do Cabo de S. Vicente! Tínhamos alguns fugitivos do pelotão que tinham chegado primeiro e a malta das caminhadas à nossa espera. Depois ainda estivemos à espera do pessoal que vinha a cavalo.

Senti-me muito satisfeito por ter cumprido um sonho e desejo com mais de dois anos. Foi uma vitória a nível pessoal que valeu pela aventura, pelas paisagens, pela companhia da malta sempre animada do BTT.

Ainda fomos até Sagres com um pequeno sprint por alcatrão para uma pequena recepção preparada pela organização na Casa Azul. Houve bolinhos e bebidas para toda a gente para o último momento de confraternização antes de embarcar no autocarro em direcção a Alcoutim.

O ciclo computador marcou 78,87 km para este dia, com 5 horas a pedalar, uma média de 15,75 km/h (a mais alta de todos os dias) e um acumulado de 1650 m.

No total acabaram por ser mais de 340 km (contando com as ligações) ao longo de cinco dias muito duros, mas também muito divertidos, onde deu para conhecer malta nova e ver que há gente muuuuuito viciada no BTT (mas muito mesmo!). Ao lado deles, sou um principiante!

Uma palavra para o Sr. Amândio, um betetista com 61 anos, o mais v... experiente da aventura. Quem me dera ter a sua pedalada nessa idade!

Dou ainda os meus parabéns à única mulher que completou o percurso e que revelou ter mais pedalada que eu também!

Acho que se tivesse de receber um prémio pela Via Algarviana seria... o do último pois terminei todas as etapas nos últimos. Mas isso foi uma vitória para mim, pois o eu objectivo foi cumprido: percorrer o interior algarvio pela Via Algarviana.

 

A todos os que o fizeram comigo, um abraço.

A todos os que ficaram com vontade de o fazer, FORÇA!

 Clica na imagem para voltar à primeira etapa.