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daraopedal.pt

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10
Fev09

Aventura na Neve - Snow Down Freita

daraopedal

As notícias e informações da família davam conta de nevões sucessivos na Freita e a altitudes mais baixas e eu longe da neve... Sentia uma falta enorme da neve.

Quando me apercebi que este fim-de-semana a Freita estava coberta de branco, aproveitei logo para cravar uma boleia até lá acima.

O tempo estava espectacular. Frio... mas com muito sol.

Isso permitiu tirar umas fotos espectaculares.

Que belas paisagens para fotografar a minha nova "precious".

O céu e a Serra juntos numa tonalidade branca e azul.

A altura da neve ainda era assinalável.

A vista para a zona do Serlei.

Lá fui eu pedalando pela estrada em direcção ao cruzamento para o radar e Figueiredo.

Já próximo da zona do radar.

Ao longe, o brilho intenso do sol no espelho que era a Ria de Aveiro.

No bosque junto ao radar.

Lá em cima, o marco geodésico do S. Pedro Velho, o ponto mais alto da Freita.

A vista do que ficou para trás: o radar.

Com vista para o litoral norte e o grande Porto, de onde vinha uma chuvada que, esperava eu, se transformaria provavelmente em neve.

No bosque de vidoeiros junto ao parque de merendas.

Passei pelo Parque de Campismo e segui, sempre por estrada, até à zona da Mizarela.

A vista para a aldeia da Castanheira e a cascata que no verão é apenas uma linha de água.

A Frecha da Mizarela, sempre imponente, mas agora com um caudal que rugia ao despenhar-se serra abaixo.

A Specialized no Miradouro da Mizarela. Aqui começou timidamente a nevar.

Segui até à zona de banhos, próximo da Albergaria da Serra.

Onde começou a nevar com alguma intensidade.

Cheguei à capela de Albergaria da Serra, não sem antes ter sido rodeado, não por dois, nem por três, mas sim por oito cães!!! Que praga! Com algum receio e seguindo a pé, lá me fui livrando deles.

O vale do Caima.

No caminho do percurso do GR28 em direcção ao estradão de paralelos que atravessa o planalto.

Para a posteridade. Com a neve, é muito fácil equilibrar a bicicleta para a fotografia.

A travessia no caminho em direcção à Portela da Anta. Ainda tentei seguir por lá, mas subir em caminhos fora de estrada com neve é quase impossível. A neve cola no relevo do pneu e torna-se um verdadeiro slick: escorrega demasiado.

A foto em cima da ponte de pedra.

Segui pelo estradão em paralelos em direcção à zona inicial, passando pela barragem.

O cenário para trás.

Chegando ao cruzamento perto da central do parque eólico, o nevoeiro surgiu, intenso e frio.

Tentem encontrar o carro nesta foto! O que vale é que andavam devagar.

Pedalando feliz da vida, na serra e na neve!

Cheguei à zona do caminho de acesso ao Coto de Bói.

Foi perto desta zona que tinha partido inicialmente. É impressionante a maneira como o tempo muda depressa na serra.

Lá fui eu pelo estradão. Nesta descida de 15%, a bicla não ultrapassou os 20 km/h... sem travar!!! A neve não me permitia ir mais depressa. Mais abaixo ainda tive de pedalar para descer. Confesso que foi melhor assim pois a falta de visibilidade (+/- 5 a 10m) fazia com que tivesse algum receio de me enganar no caminho.

Por falar em enganar no caminho... Qual é o caminho certo?

Não me enganei e segui pela descida do Coto de Bói.

Olhando para trás... nada!  Nada a não ser as minhas rodadas marcadas no chão, a solidão e o frio da Serra.

Um pouco mais abaixo, a visibilidade melhorava e a neve diminuia.

Cá está o caminho. A foto foi tirada a menos de 100m da anterior.

O caminho estava super duro e técnico por causa das chuvas intensas. Felizmente com a nova bicicleta, a descida foi uma maravilha. A suspensão "come" mesmo tudo!

A perspectiva, olhando parra trás. O cimo do caminho e a neve.

A serra estava envolta num nevoeiro intenso. De baixo, a vista era esta.

Depois desci pelo Percurso Pedestre, no entanto estava muito perigoso e escorregadio, visto que em muitas zonas existem lajes enormes que ficaram cobertas de musgo com a humidade. Ainda me valeu um (pequeno)  tombo, sem grandes mazelas.

A vista a partir de Friães (Moldes) sobre a descida e a serra que tinha "vencido"! Depois foi um regresso suava para casa. Uma grande aventura que me permitiu matar saudades da neve e curtir uma boa dose de adrenalina. Confesso que foi uma aventura algo perigosa por me ter aventurado sozinho na neve. Não recomendo que o façam.

Boas pedaladas

Daraopedal

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