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daraopedal.pt

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16
Abr09

Via Algarviana - Rescaldo 3ª etapa

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A 3ª etapa ligava Salir a Silves com uma distância prevista de 63 km.

Novamente o despertar foi cedo e pouco depois das 8h30 a malta já estava a pedalar. Percorremos uns pequenos trilhos por caminhos rurais em terra ou em cimento até perto da aldeia da Pena.

Aí seguimos para Sul até subir um monte que percorremos ao longo do seu cume em direcção a Benafim, sempre com a Serra da Rocha da Pena a Norte.

Passagem junto à Igreja de Benafim. Já conhecia o percurso entre Benafim e Alte por tê-lo percorrido numa caminhada nocturna com a Almargem.

A chegada à Fonte Grande em Alte, um local muito bonito e muito concorrido no verão pelos locais.

Pouco depois de passar pela aldeia de Torre tivemos direito a esta autêntica cúpula de vegetação. Quero ver como é que isto vai ficar se ninguém fizer a manutenção ao caminho. Neste local, o trilho tornou-se confuso com o GPS a apontar para um lado e as marcações para outro, até que desapareceram. Andámos um pouco à nora e decidimos improvisar e seguir a direcção do trilho com o GPS. Voltámos mais adiante a reencontrar o trilho certo, no entanto fica a chamada de atenção para a confusão existente neste local. Pelo que percebi depois em conversas, muita gente andou perdida neste local.

Continuamos em direcção a S. Bartolomeu de Messines e acabámos por avistar a auto-estrada A2. Ainda demoraríamos um pouco a passá-la porque o trilho segue para Sul e posteriormente em paralelo à mesma.

Viríamos a passar por baixo dela e depois debaixo do IC1.

Depois de passar o IC1, seguiu-se uma subida por uma calçada (romana?) bem durinha para as dores no rabo. No entanto, o cenário era bonito com uma plantação de abacates ao lado. Chegámos a São Bartolomeu de Messines passando junto à linha de comboio.

Foto junto À Igreja de S. Bartolomeu de Messines. Foi o 1º dia onde tivemos oportunidade de almoçar a sério. Fomos a um café perto da Igreja e tivemos direito a um strogonoff (o única prato que se liga e desliga) de frango com esparguete que soube pela vida! De barriga cheia, lá voltámos às mulas!

Depois de passar o centro de Messines, o percurso segue durante vários quilómetros pelas margens da Barragem do Funcho. É uma zona fantástica para pedalar onde nos podemos deliciar com a vista para a albufeira e para os vestígios das habitações submersas pela água. Acabámos por passar mesmo em cima do paredão da barragem (na foto).

E depois nova foto mais abaixo com o paredão em fundo. Nesta altura estávamos no fundo de um vale e para sair de lá apanhámos mais uma subida daquelas que não tem fim. ainda deu para parar à sombra para comer umas laranjinhas. Acabámos por ser apanhados pelo grupo de Lisboa e Gafanha da Nazaré e por causa da roupinha amarela de um deles tivemos de pedalar para fugir de uns abelhões! Nesta altura já não havia forças para fugir, mas que pedalámos depressa, lá isso pedalámos.

Depois foi uma série de subidas e descidas por uma zona de bosques de eucaliptos em direcção a Silves, que acabámos por alcançar ao final da tarde. Antes de chegar à estrada, o track enviava para um lado e as marcas para o outro. Acabei por seguir o track e isso valeu-nos evitar umas zonas nada propícias para o BTT.

Depois de lavar as bikes e tomar banho, a malta encaminhou-se pacificamente para as margens do Arade e da ponte romana para ir para o restaurante. No final da etapa, verificou-se que o colega de Lx tinha partido o quadro da Mérida (deve ter sido por ter andado a fugir do abelhão). Teve de contactar a Megasport para alugar uma bicicleta (de menor qualidade que a dele) para seguir viagem.

Já no restaurante Ponte Romana a malta estava a animada e com fome! Até o bebé que estava na foto e que veio ter com o pai para lhe dar forças!

Clica na imagem para a 4ª etapa.