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27
Mar14

NGPS 2014 - Vale de Cambra

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Tal como no ano passado, voltei a uma prova de BTT NGPS na Serra da Freita. Desta vez foi aos Vale dos duros que coube a organização do evento e diga-se de passagem que estiveram muito bem. Optei pelo trajeto de 50km e mesmo assim estava com receio de ser areia a mais para o meu camião. S. Pedro não tem sido simpático e os treinos têm sido poucos, mas está na altura de voltar a pedalar a sério para preparar as aventuras deste ano. Felizmente não correu assim tão mal. O pior foi mesmo a falta de gasolina (leia-se fome) que me foi tirando forças, mas lá se conseguiu cumprir o percurso. Quanto à prova, volto a repetir que gosto do NGPS: é um conceito low-cost de BTT em que não há espaço para o que é desnecessário. Um regresso às origens, em que o que interessa é dar a conhecer os trilhos de cada zona, sem o objetivo evidente de ganhar uns cobres. Não há preços exagerados, nem patrocinadores à toa, não há almoço, apenas banhos e lavagem de bikes, não há partidas em grupo, é chegar e andar! Para quem não conhece, pode encontrar o conceito aqui: NGPS.

Voltando à prova, 95% do percurso era desconhecido (apesar de já ter participado nalguns passeio em Vale de Cambra) e à altura do sucesso da prova. Trilhos muito bons, técnicos qb e com belas paisagens. Passamos pelas serras da Escaiba e  do Arestal. O santuário da Senhora da Saúde de Vale de Cambra vale sempre a pena. O momento mais caricato foi a paragem estratégica no talho Confiança, onde se compra a carne e se come a mesma carne grelhada na sala das traseiras. Muito original! A subida até ao Outeiro dos Riscos (onde achava que nunca mais voltaria) foi demolidora mas valeu uma medalha (pelo esforço até devia ser de ouro). Por fim, o regresso à barragem Eng.º Duarte Pacheco com o seu espelho de água é sempre muito agradável. Muito bom!

Ficam algumas fotos que fui tirando.

Concentração no parque da cidade de Vale de Cambra.

Partida!

Junto ao Caima.

A meio dos 13 km iniciais de subida!

Muita água pelos trilhos.

Paragem para apreciar as vistas.

Santuário da Srª da Saúde de Vale de Cambra.

A capela do santuário.

Mais uma paragem num ponto de vista.

Parque de merendas do Arestal.

Travessia da Ribeira da Chã.

Vista para as aldeias da zona: Linhares e Folhense.

Caminho rural até à aldeia de Agros.

Chegada ao talho Confiança: compra-se a carne...

... e é assada nas traseiras.

Árvore com frutos estranhos.

Vista para a igreja de Junqueira.

Vista para o maciço central da Freita.

Chegada a Junqueira de Baixo.

Umas curiosas alminhas.

Como era dia da árvore, a organização providenciou a oportunidade de plantar uma árvore para cada participante. O meu azevinho ficou na imagem. Espero que cresça e um dia volte a vê-lo grande e cheio de frutos vermelhos.

Casas recuperadas na aldeia de Falcão.

A foto do dia: Portugal no seu melhor!!!!

Caminho central da aldeia.

A penosa subida para o Outeiro dos Riscos.

As gravuras do Outeiro dos riscos.

Vista da Freita onde se destaca o recente radar meteorológico.

O rio Caima no Pisão antes dos viveiros de trutas.

Viveiros de trutas.

Uma pequena ponte sobre um ribeiro afluente do rio Caima.

Chegada à barragem Eng.º Duarte Pacheco.

A queda de água da barragem.

O Caima continua mais abaixo.

Passagem pela Igreja de Rôge com o seu imponente cruzeiro.

O percurso concluiu-se onde tinha começado e o conta-quilómetros terminou com 52 km, fruto de um pequeno desvio propositado no caminho. Foi sem dúvida um excelente regresso às andanças do BTT.

Boas pedaladas

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