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05
Out17

Volta pelos cais da Ria na Murtosa

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A Murtosa é terra de bicicletas e de belas paisagens, assim nada como voltar ao local mais uma vez para usufruir das duas. Decidi regressar à Murtosa para fazer a "volta à Murtosa": um percurso que comecei junto à ponte da Varela, seguindo pelo centro urbano diretamente até encontrar as margens da ria, par circundar a área da Murtosa sempre junto à ria de Aveiro. Parte do trilho coincide com zona da rede Cicloria e percorre as ciclovias de Brunheiro e Murtosa. O percurso não tem qualquer tipo de dificuldade pois é completamente plano e desenvolve em pisos de ciclovia, estrada, passadiço de madeira e caminhos de terra batida. Podem ter a garantia de uma agradável tarde bem passada.

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Ciclovia na Av. de Newark

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Se alguém precisa de mais motivos para pedalar, aqui fica.

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Chegada à zona da Ribeira Nova.

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Painel da rede CicloRia.

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Maré baixa

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Foi aqui construído um novo passadiço sobre a ria.

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Embora curto, proporciona uma bela paisagem.

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Chegada ao cais da Cambeia.

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A ria de Aveiro transformada num magnífico espelho de água.

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Cais do Chegado.

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Um barco a voltar da faina?

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Barcos no porto de abrigo do cais do Bico.

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Junto ao monumento do moliceiro no cais do Bico.

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Passagem pelo cais da ribeira de Pardelhas.

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Uma varanda sobre a ria de Aveiro.

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O magnífico final de tarde com o pôr-de-sol sobre a ria.

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Aproveitando a maré vaza, a zona estava cheia de mariscadores. São os pequenos pontos que se veem na foto acima.

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De volta à ponte da Varela onde se fechou a volta à Murtosa.

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Boas pedaladas

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06
Fev16

Canal du Midi - Dia 1

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1ª etapa - Toulouse a Castelnaudary - 76 km

Para quem nunca ouviu falar no "Canal du Midi", trata-se do mais antigo canal artificial da Europa ainda em funcionamento e foi classificado como património da humanidade em 1996. Situa-se na região francesa do Midi (daí o nome) e foi criado no século XVII sob o projeto do arquiteto Pierre-Paul Riquet com vista a ligar por via fluvial o Mediterrâneo ao Atlântico, permitindo o transporte de mercadorias de forma mais rápida, já que evitava contornar a Península Ibérica e a passagem pelo estreito de Gibraltar. A obra foi concluída em 1681 e os seus 240 km ligam a cidade de Toulouse a Sète, no costa mediterrânica. A ligação de Toulouse ao Atlântico faz-se pelo rio Garonne (no Séc. XIX, um canal também viria a ser construído paralelamente ao Garonne, já que a navegabilidade do rio era condicionada pela sua corrente). Essas duas partes viriam a constituir o chamado Canal des deux mers (canal dos dois mares) com 360 km de costa a costa.

Várias condicionantes não permitiam fazer todo este trajeto, mas o canal do midi estava perfeitamente ao alcance devido à distância e à facilidade do terreno. Existe um percurso ciclável ao longo de todo o percurso, já que na altura da sua criação os barcos não tinham motor e moviam-se graças à tração animal de cavalos que puxavam os barcos a partir da margem. Assim, esse caminho usado pelos animais é totalmente ciclável, já que é ora em terra batida, ora alcatroado e transformado em ciclovia. O trajeto foi dividido em 4 etapas para poder fazer o percurso com calma e apreciar também os encantos desta região de França, como as cidades de Toulouse, Carcassonne (cidade medieval património da humanidade) e o Mediterrâneo.

As etapas foram as seguintes:

- Toulouse a Castelnaudary - 76 km

- Castelnaudary a Carcassonne - 44 km

- Carcassonne a Capestang - 90 km

- Capestang a Marseillant Plage - 60 km

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Ficam as fotos do primeiro dia:

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O ponto de partida foi junto ao "Grand Parc de la Garonne", situado um pouco a norte de Toulouse, já que ficava perto do alojamento.

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Seguimos logo a partir daí junto ao "canal lateral de la Garronne"

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Uma das primeiras eclusas que encontramos no percurso. Estas viriam a tornar-se uma rotina e são o segredo para o funcionamento do canal, já que permitem controlar o abastecimento em água que faz funcionar o canal e ainda vencer os desníveis do relevo.

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Esta parte é feita por uma ciclovia alcatroada.

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Chegada ao local onde os dois canais se encontram e onde começa "oficialmente" o Canal do Midi.

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O canal do midi contorna o centro da cidade de Toulouse e passa aqui diante da estação de comboios local Toulouse -Marengo. O regresso ao ponto de partida seria feito de comboio, já que as viagens de comboio com bicicletas funcionam de forma exemplar em França.

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Uma curiosidade: cada uma das eclusas do canal tem um edifício de apoio que era usado pelo funcionário responsável pelo funcionamento de cada uma. Esta foi transformada numa loja/oficina de bicicleta - Maison du Vélo (casa da bicicleta)

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Na fachada de todos estes edifícios, encontramos um painel que indica sempre o nome da eclusa em questão, bem como a distância e nome das eclusas a montante e a jusante.

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Um local curioso: a estrada fica abaixo do nível da água do canal.

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O canal passa num viaduto aquático por cima de uma via rápida.

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Toulouse é também um cidade conhecida por estar ligada à indústria aeroespacial, nomeadamente à Agência Espacial Europeia...

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... e à contrutora de aviões Airbus. Passamos junto a essas instalações.

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Começamos a encontrar as famosas "peniches", barcos longos e baixos usados nos principais rios de França para o transporte fluvial de mercadorias. Muitas foram transformadas encontram-se permanentemente ancoradas servindo de residência sobre a água.

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O canal é um local tão especial que até é usado para as fotos de noivos.

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Um casa da eclusa transformada em café/restaurante à beira do canal.

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O percurso está ladeado de frondosos plátanos que são a imagem de marca do percurso. São árvores centenárias plantadas na altura da contrução do canal, como forma de fixar as margens e protegê-las da erosão. No entanto, estas estão em perigo. Com efeito, de há uns anos para cá, verificou-se que as árvores começaram pouco a pouco a morrer. Foi descoberto que a causa era de um fungo que se propagava de árvore para árvore, causando a morte num período de 2 a 5 anos. O pior é que não há cura contra esse mal que coloca em perigo a paisagem natural do canal e a única forma de fazer alguma coisa é a prevenção, cortando as árvores infectadas, e queimando-as para que o fungo seja destruído. Há também várias medidas para replantar as árvores que se perderam. As zonas infetadas estão assinaladas e algumas estão mesmo interditas à passagem visto que o fungo pode ser propagado pelo contactos no calçado e/ou pneus. Isto também acabou por ser um contratempo numa das etapas já que nos obrigou a afastar do trilho e a perder alguns pontos de interesse.

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Paisagem património da humanidade.

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O curso do canal a passar sobre um ribeiro com uma ponte para o efeito.

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As pontes mais antigas que atravessam o canal são por norma estreitas e só permitem a passagem de um carro.

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Uma grande parte das eclusas estão mecanizadas, mas não automatizadas. Requerem a presença de uma pessoa para controlar o mecanismo de abertura/fecho das portas e conta com sinalização para os outros barcos.

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Percurso ciclável do Canal do Midi.

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A minha Precious junto a uma das eclusas.

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Uma estranha instalação artística com bicicletas no meio do prado.

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A circulação automóvel é proibida ao longo do canal, exceto para o pessoal técnico do canal e para os moradores.

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Bora para um passeio a pedal?

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Um verdadeiro postal.

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A bicicleta com os alforges.

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Um pequeno desvio do canal para apreciar o ribeiro que serve de abastecimento de água no ponto mais alto do canal. As águas são canalizadas nos montes circundantes para serem levadas até ao canal, dividindo-se para o lado do Mediterrâneo e para o Atlântico.

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Um local com várias eclusas seguidas. É curioso ver os engarrafamentos de barcos que ocorrem nestes locais. O canal é agora principalmente usado para fins turísticos e é possível alugar embarcações pequenas (com cozinha e quarto) para passar uns dias de férias ao longo do canal.

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Um dos barcos que mais se vêem ao longo do canal.

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Outros cicloturistas que encontramos nessa etapa. Refira-se que nos arredores de Toulouse, encontrámos muita gente a usufruir do canal, correndo, caminhando e pedalando, mas depois de abandonarmos os arredores da cidade, o percurso era praticamente em solitário.

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Esperando que o tanque da eclusa encha.

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O plátano a ganhar ao sinal de trânsito proibido.

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Chegamos ao fim da tarde ao grande canal de Castelnaudary onde demos por terminada a etapa do dia. Por sorte chegamos mesmo a tempo de evitar uma trovoada que nos teria encharcado em poucos minutos. Castelnaudary é uma pequena vila que é principalmente conhecida por ser a "capital" do Cassoulet, uma espécie de feijoada francesa.

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O total de quilómetros do dia.

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Tempo de pedalada

 

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06
Fev16

Canal du Midi - Dia 2

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2ª etapa - Castelnaudary a Carcassonne - 44 km

O segundo dia do Canal do Midi foi o mais curto em termos de pedalada. A ideia era pedalar o mais possível apenas durante a manhã de forma a chegar cedo a Carcassonne, para aproveitar a tarde para descobrir esta fantástica vila medieval. E assim foi, a chuva do final do dia da 1ª etapa deu lugar a um belo dia para pedalar. A frescura e a humidade do canal depois da noite de chuva facilitaram o trajeto. Encontramos novamente as mesmas paisagem depois de abandonarmos a vila de Castelnaudary e o seu lago. Chegados a Carcassonne por volta da hora do almoço, foi tempo de aproveitar para tomar um banho, almoçar e partir à descoberta desta vila, em particular da parte medieval que se encontra num pequeno planalto rodeado de muralhas nos arredores da cidade "moderna". Sendo relativamente perto, fomos a pé, o que nos permitiu descobrir as ruelas da cidade. A beleza da parte medieval é algo de fantástico que vale bem o desvio e a paragem no local. Seria uma pena não descobrir as suas pequenas lojas com aspeto antigo, passear pelas ruelas estreitas cheias de turistas (outra coisa não seria de esperar), provar os doces das casas de guloseimas, observar a grandeza das muralhas e do castelo.

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Abandonando Castelnaudary e o seu lago pela manhã.

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A perspetiva de Castelnaudary onde se destaca a torre da igreja.

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Mais uma zona de eclusas em sequência.

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As paisagens parecem cenários de um quadro de uma pintura impressionista.

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A fauna local

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Um curiosidade: esta parte do canal coincide com um GR de um troço do caminho de Santiago da zona (GR 78).

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Campo de girassóis a lamentarem-se por o sol estar escondido.

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Mais uma ponte do canal sobre um ribeiro.

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Via ciclável e GR em direção a Carcassonne.

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Sinalética internacional

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Entrada na cidade de Carcassonne. A entrada faz-se por uma parte muito pouco interessante da cidade.

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O canal frente à estação de comboios local. A etapa terminaria aqui, já que o hotel escolhido para a pernoita era mesmo em frente.

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Totais do dia

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Vista sobre a cidadela medieval e a Ponte velha sobre o rio Aude.

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Junto à entrada da Porte Narbonnaise

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Tour du Tréseau

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O castelo dentro da vila medieval e os seus torreões.

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Vista sobre a cidade nova a partir das muralhas da cidade velha.

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Todo o recinto medieval era um cenário ideal para a Guerra dos Tronos.

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A ultima vista sobre a Carcassonne antiga.

 

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