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19
Nov16

Lisboa a Badajoz de bicicleta - etapa 03 - Mora a Avis

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Esta etapa foi marcada por um contratempo mecânico numa das bicicletas, o que nos obrigou a perder a manhã toda numa loja de bicicletas em Coruche. Assim, apenas pedalamos depois do almoço. Voltamos de carro até Mora e retomamos a etapa no local onde tínhamos terminado na véspera. Aproveitamos a ciclovia que nos leva do centro de Mora em direção ao Fluviário. Ainda apanhamos uma parte do troço da antiga linha ferroviária que ligava Mora, Arraiolos e Évora. Nesse local, fomos bafejados pela sorte de ver um veado a pastar calmamente em plena ecopista. Quando deu conta da nossa presença, olhou-nos ao longe, avaliou o potencial de ameaça e fugiu para nunca mais o vermos.

Para chegarmos à zona do Fluviário de Mora, atravessamos pela parede da barragem do Açude do Gameiro e entramos então numa das zonas mais bonitas do percurso. Circulamos por um passadiço de madeira muito agradável junto ao rio. A chuva voltaria a surpreender-nos, obrigando-nos a procurar abrigo debaixo de uma árvores. Passado o aguaceiro, seguimos com algum frio até Avis, onde tivemos de acabar a etapa com a rampa de subida até ao portão do castelo.

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Ciclovia à saída de Mora.

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O trilho da antiga linha do ramal Mora - Évora.

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Eis que no meio do caminho nos apareceu um veado. Na foto, apenas se consegue ver o vulto.

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Um aqueduto em direção à zona da barragem.

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Passagem sobre a parede da barragem do açude do Gameiro. Não chegamos a ir ao Fluviário de Mora, que era um atração que já tinha visitado.

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O início do "Percurso da natureza" sobre os passadiços de madeira.

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Deixo várias fotos dessa parte do percurso.

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Os passadiços terminam num agradável single track.

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 Continuando junto ao espelho de água.

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Pedalar junto à água.

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Passagem pela localidade de Cabeção. Alguns idosos pelas ruelas da aldeia... nenhuma criança na escola.

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As árvores morrem de pé.

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O corte para a localidade de Camões. Para além de nome de escritor é também nome de localidade.

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Travessia da Ribeira da Seda. Nota: em caso de chuvadas, esta passagem pode ficar alagada (informação dada por um pessoa da zona).

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Avis já aparecia nas indicações.

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Uma vara de porcos pretos no meio do montado alentejano.

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Um forte aguaceiro obrigou-nos a procurar abrigo, mas tão depressa chegou como se foi embora.

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Reta e mais retas.

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Uma ilusão de um túnel de vegetação.

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Finalmente, Avis à vista.

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Cada vez mais próximo.

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Seguimos pela ciclovia construída no meio do passeio.

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Chegada ao alto do castelo.

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O total do dia: um pouco mais de 48 km feitos apenas da parte da tarde.

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Tempo de pedalada