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01
Out16

Linha do Tâmega - Amarante a Arco de Baúlhe

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Apesar de já ter vindo duas vezes a esta antiga linha de comboio que se encontra agora desativada, ainda não a conhecia em toda a sua extensão. Já tinha feito a partir do seu início junto à linha do Douro até à estação de Chapa, mas ainda me faltava fazer de Chapa até Arco de Baúlhe. Como tinha encontrado notícias dando conta de que já era possível circular entre Chapa e Celorico de Basto (a parte que ainda falta), lá fomos conhecer o restante trajeto num belo dia primaveril. Iniciei o percurso em Amarante, junto à antiga estação (ainda abandonada) e foram 40 km até Arco de Baúlhe, onde paramos para almoçar. O regresso foi pelo mesmo caminho, perfazendo assim uma distância de 80 km em ritmo de passeio. O trilho é muito bonito com belas paisagens sobre o rio Tâmega, o monte da Sra da Graça e sobre os campos de vinho verde da zona. Um excelente passeio sem qualquer dificuldade a não ser a distância.

Ficam as fotos:

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Partida em Amarante junto à estação de caminhos de ferro.

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Estação de Gatão com os seus lindíssimos azulejos.

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Ponte de Stª Natália.

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A partir daqui começava a parte que ainda não conhecia. O alcatrão que cobre a parte inicial do percurso de Amarante até aqui desaparece e o percurso faz-se sobre terra batida (bem melhor a meu ver e muito mais barato).

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Entre paredes escavadas para a passagem da linha.

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O rio Tâmega a delinear uma curva na paisagem.

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É sempre pitoresco encontrar um destes sinais na linha desativada.

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Campos de vinha com as videiras ainda em crescimento.

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O monte da Sra da Graça, também conhecido por Monte Farinha, no horizonte.

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O percurso faz parte da oferta local de trajetos cicláveis, com a devida sinalização.

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Chegada a Celorico de Bastos. A antiga estação e o seu armazém foram reconvertidos numa pousada da juventude. A abertura estava prevista para poucos dias depois da nossa passagem.

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O Edifício da estação é lindíssimo.

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Painel informativo do percurso.

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Passando junto ao centro da vila.

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Passagem debaixo da via rápida.

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Sinalética de percursos BTT

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Parece que vamos até à Sra da Graça...

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... mas ainda não foi desta que subi até ao alto.

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Estação de Mondim de Basto, que por sinal fica bastante afastada do centro.

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Campos de vinha.

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Campos e o monte Farinha em pano de fundo.

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Estação de Canedo, que aparentemente é a residência de alguém.

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Apeadeiro de Vila Nune.

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A vista a partir do apeadeiro.

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Passagem por cima da autoestrada A7

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Chegada ao "fim da linha" da ecopista na estação de Arco de Baúlhe.

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O edifício da estação foi transformado em museu ferroviário, mas infelizmente não tive oportunidade de visitar.

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Na zona da estação, ainda existem vestígios dos carris e das travessas da linha.

Depois da paragem de almoço, foi tempo de inverter caminho e pedalar de regresso a Amarante.

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No final, ficámos com 80 km feitos, contando com a ida ao local de almoço, uma pastelaria ali perto.

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Boas pedaladas

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04
Jan15

Linha da Trofa em BTT

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Já andava a bastante tempo com vontade de me aventurar à descoberta da antiga linha de comboio que vai até à Trofa. Esta linha foi em parte aproveitada pelo Metro do Porto até Castêlo da Maia, no entanto, daí para a frente encontra-se completamente abandonada e achei que poderia conseguir transitar entre essas duas localidades sem grandes problemas. Como estava enganado... Encontrei um relato de um betetista que indicava que era complicado circular em determinadas partes, no entanto não parecia ser nada de outro mundo. Infelizmente o tempo passou e a vegetação foi tomando conta do terreno. A chuva que antecedeu a altura em que fiz o percurso também tratou de transformar algumas zonas em verdadeiras piscinas, a tal ponto que parecia que estava a pedalar num rio. As poucas estações que existem pelo percurso estão num estado lastimável, quase todas emparedadas de modo a não permitir a entrada. A antiga estação da Trofa e a zona envolvente refletem também o desinteresse existente em relação a este troço. Uma pena...

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O fim da linha do Metro do Porto em Castêlo da Maia.

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A parte inicial não permite circular pela linha. Tive de improvisar por um trilho que passa no meio dos campos e pelo casario da zona até encontrar a linha.

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Voltei a encontrá-la neste estado...

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... ninguém diria que a linha passa por aqui.

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Estação da localidade de Muro.

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Uma passagem de nível.

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Um dos pouco locais onde se encontram as pedras habitualmente usadas nas linhas ferroviárias.

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Já na linha, fazendo um verdadeiro corta-mato.

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No meio de um rio.

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 Devia ter trazido uma máquina de cortar a relva.

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Sim, tive mesmo de passar por aqui, no meio desta verdadeira piscina.

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Foi pedalar com os pés dentro de água.

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Antes de chegar à Trofa, uma das poucas zonas onde é fácil circular.

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Na entrada da Trofa, depois de passar uma enorme fábrica abandonada, a linha desaparece com umas obras de requalificação do centro urbano. A linha volta a aparecer um pouco à frente, basta seguir a mesma direção e as indicações para a antiga estação de comboio.

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 Depois de passar pela estação, tentei ir até onde era possível...

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... mas este era mesmo o fim da linha.

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A nova linha de comboio que foi construída para desviar os comboios da linha de Guimarães do centro da cidade.

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Aproveitei para ir até às margens do Rio Ave.

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... e encontrar a antiga ponte de comboio, que fica lado a lado com a nova.

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Para evitar as dificuldades do terreno, optei por voltar pela EN 14.

Boas pedaladas

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01
Fev12

CicloPista Guimarães - Fafe

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Desloquei-me a Guimarães, não pela capital da cultura 2012 (ainda não tinha começado), mas para responder a um convite para conhecer a ciclopista que surgiu do aproveitamento da linha de comboio que ligava Guimarães a Fafe.

O percurso não é muito longo (cerca de 15 km para cada lado) e não tem praticamente nenhum declive assinalável.

O início da ciclopista é nos arredores da cidade, mas tem placas informativas a indicar as direções para lá.

Parque de manutenção junto à ciclopista, instalado debaixo da via rápida.

Passagem num dos túneis do percurso.

Passagem junto à antiga estação de Paçô Vieira.

Nalguns locais, a linha ganha beleza com a vegetação circundante.

Noutras, próximo do apeadeiro de Fareja, o eucalipto quase omnipresente tira algum interesse à paisagem.

Com temperaturas próximas de 0 graus, não era de admirar que os campos estivessem com esta camada de geada. Mesmo com luvas e tapa orelhas, mal sentia as minhas extremidades.

PARE, ESCUTE E OLHE, mas não espere pelo comboio que nunca ha de chegar.

Junto ao apeadeiro de Cepães, existe uma antiga carruagem e uns estranhos carros de mão cuja roda é parecida com a dos comboios, para assentar corretamente nos carris.

Chegada ao final da linha, na zona de Fafe. Foi tempo para um pequeno reforço e fazer meia volta em direção a Guimarães.

São bem visíveis as marcas deixadas no gelo que cobria o piso.

Junto a um campo de golfe existente por lá, o contraste entre as zona de gelo (à sombra) e as zonas sem gelo (ao sol).

No regresso ao túnel.

Depois da passagem debaixo da via rápida, estávamos de volta ao ponto de partida.

É uma voltinha simpática e, pelo que percebi, bastante procurada pois passámos por diversas pessoas, de várias idades, caminhando ou pedalando pela linha.

boas pedaladas

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