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daraopedal.pt

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22
Fev17

NGPS 2016 - Esposende

daraopedal

Com atraso de alguns meses, ficam aqui algumas fotos da participação na prova do NGPS 2016, na etapa de Esposende. Como ainda não participei em nenhuma edição do Luso-galaico, aproveitei o NGPS para conhecer um pouco mais dos trilhos da zona. A subida à Arriba fóssil de Esposende e em particular ao castro e capela de S. Lourenço foram os pontos de relevo no percurso, mas também é de assinalar a passagem nas margens do rio Neiva, e numa parte do Caminho de Santiago da Costa. Ficam algumas fotos do percurso

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Partida no posto de turismo.

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Junto ao Cávado praticamente coberto pelo nevoeiro.

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Pela ciclovia da margem do Cávado.

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Farol da Foz do Cávado.

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Um pequeno moinho ao chegar à zona dos campos agrícolas junto ao mar.

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Igreja de S. Bartolomeu do mar.

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Café da Associação do Rio Neiva.

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O espelho de água do Neiva é fantástico.

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Já no Caminho de Santiago.

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Marco assinalando o Caminho.

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Outro marco com azulejos assinalando o percurso do Caminho a partir do rio Neiva.

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A vista do alto junto à Igreja de Castelo do Neiva.

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Mais um marco do Caminho da Costa que já fiz em 2013.

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Finalmente junto à Capela de S. Lourenço, com vista para o Atlântico, a foz do Cávado e Esposende.

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Boas pedaladas

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27
Mar14

NGPS 2014 - Vale de Cambra

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Tal como no ano passado, voltei a uma prova de BTT NGPS na Serra da Freita. Desta vez foi aos Vale dos duros que coube a organização do evento e diga-se de passagem que estiveram muito bem. Optei pelo trajeto de 50km e mesmo assim estava com receio de ser areia a mais para o meu camião. S. Pedro não tem sido simpático e os treinos têm sido poucos, mas está na altura de voltar a pedalar a sério para preparar as aventuras deste ano. Felizmente não correu assim tão mal. O pior foi mesmo a falta de gasolina (leia-se fome) que me foi tirando forças, mas lá se conseguiu cumprir o percurso. Quanto à prova, volto a repetir que gosto do NGPS: é um conceito low-cost de BTT em que não há espaço para o que é desnecessário. Um regresso às origens, em que o que interessa é dar a conhecer os trilhos de cada zona, sem o objetivo evidente de ganhar uns cobres. Não há preços exagerados, nem patrocinadores à toa, não há almoço, apenas banhos e lavagem de bikes, não há partidas em grupo, é chegar e andar! Para quem não conhece, pode encontrar o conceito aqui: NGPS.

Voltando à prova, 95% do percurso era desconhecido (apesar de já ter participado nalguns passeio em Vale de Cambra) e à altura do sucesso da prova. Trilhos muito bons, técnicos qb e com belas paisagens. Passamos pelas serras da Escaiba e  do Arestal. O santuário da Senhora da Saúde de Vale de Cambra vale sempre a pena. O momento mais caricato foi a paragem estratégica no talho Confiança, onde se compra a carne e se come a mesma carne grelhada na sala das traseiras. Muito original! A subida até ao Outeiro dos Riscos (onde achava que nunca mais voltaria) foi demolidora mas valeu uma medalha (pelo esforço até devia ser de ouro). Por fim, o regresso à barragem Eng.º Duarte Pacheco com o seu espelho de água é sempre muito agradável. Muito bom!

Ficam algumas fotos que fui tirando.

Concentração no parque da cidade de Vale de Cambra.

Partida!

Junto ao Caima.

A meio dos 13 km iniciais de subida!

Muita água pelos trilhos.

Paragem para apreciar as vistas.

Santuário da Srª da Saúde de Vale de Cambra.

A capela do santuário.

Mais uma paragem num ponto de vista.

Parque de merendas do Arestal.

Travessia da Ribeira da Chã.

Vista para as aldeias da zona: Linhares e Folhense.

Caminho rural até à aldeia de Agros.

Chegada ao talho Confiança: compra-se a carne...

... e é assada nas traseiras.

Árvore com frutos estranhos.

Vista para a igreja de Junqueira.

Vista para o maciço central da Freita.

Chegada a Junqueira de Baixo.

Umas curiosas alminhas.

Como era dia da árvore, a organização providenciou a oportunidade de plantar uma árvore para cada participante. O meu azevinho ficou na imagem. Espero que cresça e um dia volte a vê-lo grande e cheio de frutos vermelhos.

Casas recuperadas na aldeia de Falcão.

A foto do dia: Portugal no seu melhor!!!!

Caminho central da aldeia.

A penosa subida para o Outeiro dos Riscos.

As gravuras do Outeiro dos riscos.

Vista da Freita onde se destaca o recente radar meteorológico.

O rio Caima no Pisão antes dos viveiros de trutas.

Viveiros de trutas.

Uma pequena ponte sobre um ribeiro afluente do rio Caima.

Chegada à barragem Eng.º Duarte Pacheco.

A queda de água da barragem.

O Caima continua mais abaixo.

Passagem pela Igreja de Rôge com o seu imponente cruzeiro.

O percurso concluiu-se onde tinha começado e o conta-quilómetros terminou com 52 km, fruto de um pequeno desvio propositado no caminho. Foi sem dúvida um excelente regresso às andanças do BTT.

Boas pedaladas

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18
Nov13

NGPS - Castêlo da Maia

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Não tenho estado arredado do BTT, antes pelo contrário, mas as voltinhas são as do costume, pelo que pouco tenho postado no blog. Desta vez participei em mais uma etapa do circuito NGPS. Depois da prova de Arouca (23 de fevereiro 2013), desta vez a terra anfitriã foi o Castêlo da Maia. Inscrevi-me na prova dos 50km, pois não tenho treinado como deve ser. As minhas "voltinhas" têm sido mais passeios de que treinos. O trajeto foi uma descoberta visto que nunca tinha pedalado por ali, fiquei a conhecer alguns trilhos essencialmente florestais entre o norte da Maia e a Trofa. Os trilhos não primam pela beleza, mas também não eram complicados (salvo uma ou outra descida mais técnica). Encontrei muito lixo ao longo dos trilhos, o que infelizmente já se torna habitual em zona densamente populacionais e industriais. Valeu pela passagem junto ao rio Ave e, especialmente, pela passagem por dois santuários: o monte de S. Gens de Cidai e o monte de S. Miguel o Anjo. Ainda deu para passar também pela antiga linha desativada que ligava a Srª da Hora à Trofa, um trajeto que podia muito bem ser transformado em ciclovia. A chegada ao final foi algo penosa, visto que os 50 km acabaram por ser na verdade 54 (e não me enganei no trilho) e a parte final depois de passar a zona das portagens da Maia passava por zonas demasiado técnicas para pedalar. Apesar de tudo isto, gostei do passeio pela descoberta de uma nova zona de trilhos.

Ficam algumas das poucas fotos que tirei:

Uma estranha torre logo ao início do percurso.

Monte de S. Gens de Cidai.

A estátua de Nª Srª da Alegria no topo do monte.

Vista para a zona do santuário.

Torre de vigia.

No horizonte, viam-se as torre da Póvoa de Varzim.

Passagem pela ponte da antiga linha de comboio Srª da Hora - Trofa sobre a EN 14.

Gostava de saber se esta linha está suficientemente apta para a sua descoberta em BTT... Se alguém souber, que avise!

No topo da subida mais complicada do percurso! Aqui não havia hipótese senão à mão.

No topo do monte de S. Miguel o Anjo. Um local desconhecido ...

... de onde se via a zona central da Maia e o litoral de Matosinhos.

 

Boas pedaladas

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