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15
Nov16

Lisboa a Badajoz de bicicleta - etapa 02 - Pegões a Mora

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Segundo dia, segunda etapa. O plano era seguir a plano previsto até Coruche, mas acabou por não ser bem assim. O dia ficou marcado pelo aparecimento da chuva, que valeu uma molha na chegada a Coruche. Felizmente a paragem para almoço numa pizzaria local serviu para secar, repor energias e perceber que S. Pedro podia dar-nos umas tréguas. Então decidimos juntar aos primeiros 48 km da manhã mais 56,5 km, totalizando 104,5 km no final da etapa do dia. Apesar da distância, não foi um dia muito complicado. Terminamos o dia em Mora e ganhamos um avanço em relação ao que estava previsto. Essa vantagem seria preciosa, pois um problema com uma das bicicletas iria obrigar-nos a perder a manhã seguinte num loja de bicicletas. A paisagem foi de puro montado alentejano, com sobreiros um pouco por todo o lado. O único local a contrastar do resto da paisagem foi a zona da travessia do Sorraia, onde encontramos os campos de arrozais. É um tipo de paisagem muito agradável pelos espelho de água formados pelos campos alagados de água. Foi pena ter sido mesmo aí que a chuva apareceu. A descoberta da vila de Coruche foi também uma agradável surpresa.

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A pedalar pelo montado alentejano, entre sobreiros.

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Os campos estavam cobertos de flores selvagens.

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Passando numa zona de troços de areia.

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Sempre em linha reta.

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Umas éguas e as suas crias a observar-nos.

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Pinheiros e sobreiros.

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Canais de irrigação no vale do rio Sorraia.

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Os arrozais no vale do Sorraia.

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Os campos com rebentos de arroz ainda por alagar.

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A travessia do Sorraia por esta ponte de acesso agrícola fez-se debaixo de chuva.

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Bem tentámos encontrar um local de abrigo, sem sorte.

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Passagem da linha de comboio junto a Coruche.

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A chegada a Coruche faz-se pelo passeio sobre o dique de contenção do leito do Sorraia.

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Um açude no Sorraia

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Pérgula na chegada à cidade.

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Chegada ao largo da Igreja da Nª. Senhora do Castelo.

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Este era o local escolhido para terminar a 2ª etapa, mas depois de um retemperador almoço, decidimos continuar aproveitando a frescura física que ainda tínhamos.

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A vista sobre a cidade de Coruche.

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Quase 48 km feitos nessa amanhã. Depois de estarmos secos e de barriga cheia, decidimos continuar a pedalar.

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Depois de abandonarmos a zona urbana, voltamos aos campos agrícolas.

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O trilho coincide com o de um percurso pedestre.

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Canal de irrigação no meio dos campos alentejanos, perto de Monte Velho.

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Passeando entre jardins selvagens.

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O céu estava ameaçador, mas já tinha bastado a molha apanhada durante a manhã.

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Nova travessia sobre o Sorraia em direção a Couço.

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Reta até perder de vista. Esta parte foi algo monótona e desgastante: os quilómetros iam passando e parecíamos nunca mais chegar ao destina. O terreno era um constante sobe e desce, que embora fosse de pouco desnível, acabava por cansar bastante.

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Fonte/bebedouro em Aldeia Velha.

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O caminho de terra batida dá lugar a uma estrada alcatroada no meio de nenhures, que nos levaria até à EN 2.

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Já na estrada nacional 2, na chegada a Mora.

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O conta-quilómetro ficou nos 104,5 km. Nada mau!

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Um total de 6h a pedalar