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0emissões a caminho da aventura

26.09.09 | daraopedal

Dois amigos, Alexandre Páris e Tiago Santos, decidiram partir a aventura no último dia 20 de setembro de bicicleta e atravessar 3 continentes, com 0 emissões de CO2!

Vou de certeza estar atento as aventuras desses dois a dar ao pedal  pela Europa, Norte de África e Ásia. Para quem estiver interessado em seguir as suas aventuras o blog chama-se 0emissões, 1ano, 2amigos, 3continentes, 4rodas e podem encontrá-lo clicando aqui.

 

 

Leça da Palmeira - Castro de S. Paio (Labruge - V. Conde)

14.09.09 | daraopedal

Mais um pequeno passeio de bicicleta, desta vez na área do Grande Porto, mais precisamente na zona de Leça da Palmeira.

Iniciei o percurso junto ao farol de Leça.

Com vista para a casa de chá de Siza Vieira e a Capela da praia da Boa Nova.

Passagem junto à Refinaria de Leça da Petrogal. O cheiro a gasolina é desagradável e não me parece que pedalar por aqui não seja muito saudável, mas pronto...

Vista para o Obelisco da Praia da Memória, perto de Perafita.

Andei a saltar entre estrada e passadiços de madeira onde (pasme-se) se pode pedalar! Ao contrário do edil de Gaia que proíbe que se ande de bicicleta nos passadiços de madeira, aqui em Matosinhos, é permitido. Ainda bem, os ciclistas agradecem!

Em Lavra, uma paragem para observar as cópias dos tanques de salga romanos.

Mais uma perspectiva diferente.

A passagem na ponte pedonal...

... sobre a foz do rio Onda...

... que as gaivotas tinham escolhido na altura para poiso.

Vista da Praia da Labruge a partir da zona do Castro de S. Paio, junto às gravuras na rocha.

A capela de S. Paio.

Uma perspectiva mais à frente na pequena praia, junto aos "penedos amoladoiros"

Depois de uma bebida no barzinho da praia ali perto, foi tempo de regressar já com o sol a começar a descer.

Passagem novamente na ponte pedonal.

Uma outra perspectiva do Obelisco da Memória.

A imponente construção serve...

... para assinalar o local do desembarque das tropa de D. Pedro IV, a 8 de Julho de 1832, para instaurar o regime liberal e democrático.

Uma perspectiva para a zona do cabo do fim do mundo e as torres altas da refinaria de Leça.

A voltinha terminou onde tinha começado, junto ao farol de Leça, mesmo a tempo de apreciar o pôr-do-sol. Uma voltinha de pouco mais de 21 km, muito bom para relaxar.

Boas pedaladas

Daraopedal

GR 28 Arouca - Report 1ª etapa

11.09.09 | daraopedal

Desde que comecei a ouvir falar da criação de um percurso de grande rota (GR) em Arouca, meti na cabeça que seria mais um desafio para eu percorrer. Assim consegui convencer um amigo para se juntar à aventura e lá fomos à (re)descoberta do território de Arouca.

O início do percurso fez-se junto ao placard informativo situado entre o Museu Municipal de Arouca e o largo da Feira.

Optámos por fazer o percurso no sentido inverso aos ponteiros do relógio, pelo que a  partir daí seguimos em direcção à Serra da Freita, partindo para S. Salvador.

O percurso segue ao longo do vale de Arouca, passando por ruelas e calçadas entre zonas habitacionais, até passar debaixo da nova variante e começar a subir progressivamente por entre bosques e campos...

... até chegar a Stª Maria do Monte...

... onde nos cruzámos com o PR4 - Cercanias da Freita.

Depois de passarmos perto de Lourosa de Matos, encontrámos o PR2 que acompanhámos durante alguns quilómetros...

... em direcção a Souto Redondo.

O trânsito intenso em Souto Redondo.

Passagem junto à capela de Souto Redondo.

A vista sobre os campos cultivados e o vale de Rossas.

Nesta zona, o trilho é pouco ciclável, pois apara além da inclinação o facto de ser composto por lajes completamente lisas e muitas vezes molhadas, torna-o muito escorregadio.

Mais uma perspectiva sobre o Vale de Rossas com a variante em destaque.

Depois de cruzarmos a estrada junto ao lugar de Póvoa, iniciámos uma nova subida muito íngreme passando entre umas casas com alguns moinhos de rodízio, e encontrámos de seguida uma das partes mais complicadas do percurso. O caminho chega a uma zona muito estreita com vegetação densa, o que torna a passagem complicada.

Para além disso existe um "tapete verde" de líquenes em cima de rochas bem escorregadias, o que, em conjunto com os cleats dos sapatos de BTT, tornam algo complicada a passagem nesta zona.

A vista para a Vila de Arouca.

Custa a crer, mas o caminho é mesmo aqui pelo meio da vegetação. Acho que se não houver manutenção do percurso, em breve ficará intransitável.

Atravessámos a estrada Chão de Ave - Freita.

O percurso mantem-se pouco ciclável e continuámos a empurrar as bicicletas à mão, até que alcançámos a Via Romana do "Caminho dos Burros" (será que se referiam a nós?) e a situação melhorou um pouco.

Junto à entrada da aldeia do Merujal...

...a 300 m do Santuário da Sª da Laje.

Depois parámos no Parque de Campismo da Freita, onde aproveitámos para almoçar e recolher algumas informações sobre o percurso que nos confirmaram uma situação: não é ainda possível fazer a travessia do rio Paiva, na praia do Vau. Em função disso, começámos a pensar numa alternativa.

Seguindo em direcção a Albergaria-da-Serra, a vista para a zona do Parque de Campismo e do Parque de Merendas.

No centro de Albergaria-da-Serra, junto ao Rio Caima.

O percurso segue pelo PR 15, em direcção à Portela da Anta e ao Vidoeiro...

... passando junto à capela local.

Do lado esquerdo, a vista para o vale do rio Caima.

Depois de passar junto ao cemitério, surge a bifurcação onde o PR15 segue para a esquerda e o GR28 segue para a direita.

Chegua-se ao caminho de paralelos que atravessa o planalto e à pequena ponte de pedra sobre o rio Caima.

A vista para trás com um rebanho de cabras e a vista para o ponto mais alto da Freita, o S. Pedro Velho.

Adiante, a passagem junto ao monumento pré-histórico da Anta.

O percurso é nesta zona tecnicamente muito exigente devido às inúmeras pedras que cobrem o chão. No cruzamento, voltam a encontrar-se o PR15 e o GR28. Vira-se à direita...

... para alcançar as ruínas da antiga casa dos serviços florestais.

O trilho prossegue num sobe e desce bastante técnico até voltarmos à estrada da Freita.

Mais um rebanho de cabras a cruzar a estrada e nem de propósito, a aldeia de Cabreiros à vista.

Descemos junto à nova ponte da "variante" e encontrámos a antiga estrada de acesso a Tebilhão.

Um moinho, junto à entrada da aldeia de Tebilhão. Numa outra alminha a altitude marcava 800m.

A partir daqui o caminho coincide com o PR6 - Caminho do Carteiro e liga Tebilhão a Cabreiros, pelo antigo caminho de ligação das aldeias. Um percurso muito bonito, mas muito técnico, com descidas e subida acentuadas.

A meio do caminho encontramos isto a barrar-nos o caminho. Que raio?

Na ruela do centro da aldeia de Cabreiros.

Depois de sair de Cabreiros, continuamos pela estrada subindo em direcção a uma encruzilhada cheia de alminhas. Será sinal da superstição dos antigos? As encruzilhadas tinham antigamente uma grande ligação às crenças populares e misticismos, onde vagueavam as almas penadas. Talvez todas estas alminhas sejam sinal dessas superstições.

Acabámos por alcançar a capela da aldeia de Candal. Uma capela muito bonita com uma torre sineira...

e uma vista fantástica para a aldeia de Póvoa das Leiras.

Toma-se então um pequeno carreiro que desce por umas escadas e segue por entre campos e casas.

Mais abaixo encontramos as indicações do PR2 de S. Pedro do Sul - Rota das Bétulas.

E aqui começou uma das melhores partes do percurso: 6 km a descer por um estradão de terra batida até Covelo de Paivó.

As vistas são fenomenais ao longo do toda a descida. Consegue-se avistar a zona das minas abandonadas de Regoufe, bem como os precipícios impressionantes do ribeiro do Paivó.

Mais abaixo, uma perspectiva nova (para mim) sobre a aldeia de Covelo de Paivó. Nunca a tinha visto deste lado em todo o seu esplendor.

O estradão termina junto à ponte sobre o ribeiro de Paivó, uma zona muito apreciada no verão para banhos.

O caminho obrigou-nos a subir pelas ruelas e escadarias da aldeia de forma a gozar o ambiente calmo da vida rural.

Depois de passarmos a aldeia e a antiga escola primária, apanhámos um caminho rural antigo em direcção a Silveiras.

Nesse caminhos eram bem visíveis as marcas deixadas pelos carros de bois. É impressionante pensar na dureza que era a vida nos campos antes de chegarem as maquinarias agrícolas. E ainda nos queixamos hoje com os nossos pequenos problemas.

Depois voltámos à estrada onde pudemos assistir a um pequeno show que merecia uma bolinha vermelha no canto do ecrã, e mais acima retomámos um caminho estreito com muito mato alto e silvas. Foi uma parte muito difícil do percurso. Foi necessário carregar as bicicletas o tempo todo e com o intenso calor desta tarde começou a surgir o desgaste acumulado ao longo do dia. De qualquer forma já tínhamos ultrapassado as expectativas do dia que eram de pelo menos ir até Covelo de Paivó. Íamos tentar esticar até Silveiras, mas estava a ser cansativo.

Passagem junto aos vestígios das Minas do Muro. Continuamos monte acima por um estradão florestal até atingir a estrada, cruzando-a...

... e descendo até obter esta perspectiva sobre a aldeia de Silveiras.

A foto no final do dia junto à capela de Silveiras.

Clica na imagem para a 2ª etapa.

GR 28 Arouca - Report 2ª etapa

11.09.09 | daraopedal

o 2º dia iniciou-se precisamente no local onde tínhamos terminado no dia anterior: a capela da aldeia de Silveiras.

A partir daí seguimos pelo percurso comum ao PR5 - Rota das Tormentas.

O início é feito por uma descida bem técnica e dura.

Mas depois veio o pior: subir o monte da Cortegaça! uma longa subida sob intenso calor, pois apesar de ainda ser cedo, o dia estava muito quente.

Uma foto de que gosto muito. A descida até à aldeia de Cortegaça. Apesar de dar para montar a bicicleta, o caminho é muito técnico e muito duro.

A chegada à aldeia de Cortegaça.

Subimos novamente (à mão) até chegar à estrada. Seguimos um pouco por alcatrão, até que a estrada vira estradão de terra batida.

Então foi sempre a descer! Mais abaixo surge a separação entre o PR 5.1 ( que segue pela esquerda) e o GR 28 (que vira à direita).

Depois de passar pelo centro da pequena aldeia de Meitriz, atravessámos o rio Paiva em direcção a Além-do-Barco...

um pequeno lugar muito agradável onde existe uma pequena praia fluvial na margem do Paiva. Existe um pequeno balneário de apoio. Quanto a mim para quem faz o percurso em autonomia, este é o local ideal para terminar a 1ª etapa. Facilmente se faz campismo selvagem e podemos aproveitar as casas de banho no local. Não sei se estarão sempre abertas, mas se falarem com a junta ou alguém das aldeias, certamente se resolvará a questão. Para nós, foi impossível chegar cá no dia anterior. A preparação física não estava ideal e o calor e compromissos familiares fizeram o resto.

Depois de atravessar o rio, começou-se uma subida intensa em direcção a Alvarenga.

A vista sobre Meitriz e a ponte para Além-do-Barco.

Este troço alterna entre terra e alcatrão, mas sempre pelo meio de montes de eucalipto.

Passagem junto ao lugar de Sobral, com meia dúzia de casas...

E seguimos para a Fonte do tinto! Perdão... Fonte tinta.

Mais adiante tivemos direito a esta perspectiva incrível sobre a aldeia de Janarde, com as curvas do rio Paiva.

Ao longo desta aventura, o meu amigo não teve grande sorte com a bicicleta. No 1º dia tinham sido os furos que o atormentaram, e também se tinha queixado de alguma folga no cubo da roda da frente, mas nesta etapa a situação foi bem pior. A roda dianteira tinha vindo a ganhar progressivamente uma folga enorme no eixo que não podíamos reparar com as parcas ferramentas que carregávamos. A situação chegou a tal ponto que os raios tocavam no corpo do travão de disco situado na forqueta da suspensão. Para tentar resolver até chegar a Alvarenga, decidimos tirar o travão da frente...

... e a única forma que arranjámos para o segurar foi prendê-lo na bolsa do material, pendurando-a no guiador. Isto é que foi uma aventura à "Mac Guyver"

Já nas ruelas de Alvarenga, passamos por bastantes quintas, algumas até com capela privadas como na foto (Capela de S. João)

Uma ruela a caminho do centro de Alvarenga...

... até chegar ao largo do Pelourinho, monumento central que pertenceu ao antigo Concelho de Alvarenga. Datado de 1590, encontra-se em frente ao antigo Domus Municipalis, em Trancoso. (Classificado Imóvel de Interesse Público pelo Decreto n.º 23122 de 11-10-1933.)

Chegar aqui não foi nada fácil devido às condições da bicicleta do meu amigo. Depois de analisarmos o restante percurso e ponderar o estado de segurança da bicicleta, optámos por ficar por aqui e chamar o "pronto-socorro".

Uma foto muito engraçada, sinal do elevado nível de auto-estima do pessoal de Alvarenga. Capital do Mundo? Não vou comentar... mas o bife local é muito bom e merece ser provado.

O resto do percurso ficaria para o dia seguinte...

Clica na imagem para a 3ª etapa.

GR 28 Arouca - Report 3ª etapa

11.09.09 | daraopedal

A 3ª etapa começou novamente onde tínhamos terminado no dia anterior, junto ao Pelourinho de Alvarenga. O meu amigo, que tinha tido problemas com a bicicleta, acabou por ter de trocar de bicicleta, não sem antes ter tido uma outra "luta" com os pedais de encaixe. Resultado: acabou por se ver obrigado a fazer esta etapa sem pedais de encaixe.

Seguimos o nosso caminho por entre as casas rurais e ruelas de Alvarenga.

Perspectiva sobre a escola primária de Alvarenga.

Paragem junto ao cruzamento das estradas EN 225 (Nespereira - Cabril) e 326-1 (Alvarenga - Arouca), onde fica a entrada da quinta Vila Guiomar.

Uma das mais conhecidas quintas de Alvarenga.

Seguimos pela estrada em direcção a Nespereira, sempre de acordo com as marcações e setas do GR. No entanto como sabíamos que a passagem na praia do Vau era impossível por não estar ainda pronto o sistema para a travessia, no local onde o caminho indicava que deveríamos abandonar a estrada para seguir até ao lugar de Lourido, optámos por continuar por estrada...

... e seguir em direcção à praia fluvial de Espiunca. A descida é fácil e foi feita sempre por estrada, o que retira alguma piada e acresce alguns quilómetros ao percurso.

Travessia da Ponte da Espiunca.

Por baixo, na praia fluvial já andava pessoal a tomar banho.

O dia ia quente e ainda faltavam vários quilómetros e subidas pela frente até Arouca.

A minha "precious" à entrada da freguesia de Canelas.

Outra placa, novamente em ardósia, já mais próximo do lugar de Canelas.

Voltámos a encontrar as marcas do GR 28 junto à Igreja de Canelas, onde surgem também as marcas do PR9 - Rota do Xisto.

Seguimos por uma pequena escadaria por entre casas tradicionais, umas restauradas e outras em vias de o serem.

Muitas casas na zona central de Canelas têm os telhados cobertos de ardósia (ou xisto), uma rocha abundante na freguesia, em especial na pedreira dos Valérios, onde foram encontradas as famosas trilobites gigantes.

Junto a uma das casas restauradas, uma bela relíquia: uma Saxonette. Nunca tinha ouvido falar de tal marca. Numa destas, dar ao pedal não custa!

A saída do lugar encontrámos uma indicação de uma fonte, o que é sempre bom assinalar num percurso tão exigente como este, em que "os consumos disparam", com muitos litros aos 100.

Depois de passar a penúltima casa, encontrámos o caminho barrado com um cabo de aço. Não se via nenhuma marca do GR, nem seta. Seguimos pela direita e fomos até à última casa, onde perguntámos informações. Tivemos de voltar para trás e seguir pelo caminho da esquerda que sobe o monte aos "esses"...

... até encontrarmos uma pequena estrada e, um pouco mais à frente, o depósito da rede da água. Esta parte do percurso a partir da saída de Canelas encontra-se muito mal marcada, talvez o facto de terem sido cortadas árvores nessa zona seja a causa.

Ainda tinha pensado continuar a pedalar até à zona da louseira dos Valérios e almoçar junto ao museu do Centro de Interpretação Geológica de Canelas, mas o percurso tinha sido desgastante (sempre a subir desde que atravessámos o Paiva) e por isso acabámos por almoçar antes, na beira de um caminho. Só depois, chegaríamos à zona da louseira.

Perspectiva do CIG de Canelas a partir da estrada Arouca - Alvarenga.

Junto ao CIG de Canelas, encontrámos uma placa da sinalética do percurso derrubada. Esta zona do percurso está também muito mal marcada e até encontrámos alguns vestígios de marcações que tinham sido apagadas. Não sei se haverá intenção de desviá-lo para não passar num outro percurso existente no local, a Rota do Paleozóico, um percurso privado, incluído na visita ao CIG. Se tal for o caso (até é compreensível) deveriam tratar de marcar rapidamente a alternativa.

A minha bike frente à entrada do museu (fechado àquela hora).

Uma outra perspectiva do museu. Mais informações clicando aqui.

Mais adiante passámos no tal percurso da Rota do Paleozóico, onde passámos junto à Mesa dos Ladrões e mais à frente, junto à Crista Quartzítica dos Galinheiros, encontrámos uma obra do Obelix cá da zona...

O trilho segue pelo cume do monte até se avistar à nossa esquerda um grande campo rodeado por eucaliptais. Esse campo destaca-se na paisagem e é um bom ponto de referência para saber onde passa o percurso.

Depois de subirmos o monte junto ao campo, cruzámos uma estrada que liga a Castelo de Paiva, e seguimos monte abaixo até chegar à aldeia de Gamarão de Cima.

Passagem junto à antiga escola primária de Gamarão de Cima.

Mais abaixo voltámos a encontrar a estrada EN 326-1 (Arouca - Alvarenga). Temos de subir cerca de 100 m e virar à direita...

... em direcção à Srª da Mó. Esta parte do caminho é super conhecida, pois faz parte da habitual volta "short" para quando não há tempo para grandes aventuras.

A vista para a Srª da Mó.

A passagem junto à antena de telecomunicações, um bom ponto de referência...

... com uma vista fantástica para o vale de Arouca.

O caminho, à chegada à zona do recinto da Senhora da Mó. A zona está agora muito diferente depois dos grandes incêndios de 2005. Antes havia um pinhal espectacular por aqui, depois vieram as tonalidades cinza, mas agora, felizmente, o verde começa a voltar a dominar e por todo o lado é ver milhares de pequenos pinheiros a crescer. Espero um dia voltar a ver esta zona coberta como antes e pedalar... à sombra!

Nunca tinha reparado que o percurso não passa mesmo junto à capela. Acho que é uma pena, pois a capela tem um aspecto muito pitoresco e original e a vista sobre Arouca é fantástica. Quanto a mim, deveria ser um aspecto a alterar. Como a ideia era seguir o percurso, depois de deixar o estradão de terra e chegar à estrada, seguimos em direcção a Arouca por asfalto, passando junto à casa dos serviços florestais. Umas centenas de metros mais adiante, o trilho abandona a estrada, seguindo à esquerda por um dos terrenos mais técnicos e duro do percurso. Descê-lo sempre em cima da bicicleta é muito arriscado e desmontei numa zona que considero muito perigosa. Cheguei ao fim da descida com uma dor de pulsos enorme. Voltámos à estrada, virando à direita (em direcção da subida) e voltámos a descer pelo monte...

... até encontrar a estrada da variante circundante de Arouca. Junto ao depósito das botijas de gás, voltámos a virar à esquerda para o trilho em direcção às primeiras casas da vila de Arouca.

Passagem junto à pequena e rudimentar capela de S. Pedro.

Passagem junto à capela de Stº António (ao lado da CM de Arouca e dos Bombeiros Voluntários).

E finalmente a chegada à avenida central de Arouca, com o Mosteiro como cenário.

A praça central e a capela da Misericórdia.

Passagem junto ao Museu Municipal.

... e finalmente o largo da feira quinzenal onde tudo começou, dois dias antes!

A satisfação de termos concluído na íntegra o percurso do GR 28 era muita, até porque, pelo que nos foi dito no Posto de Turismo e no Parque de Campismo, ainda ninguém o tinha feito. Por isso, fomos os primeiros!

Foi um percurso espectacular, mas bastante exigente e técnico que nos tínhamos proposto fazer em dois dias, mas que acabou por ser em três dias.

Recomendo a quem quiser uma boa aventura de BTT para mais do que um dia pelos lados de Arouca.

Boas pedaladas

Daraopedal